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domingo, 10 de julho de 2011

Com Juninho, bola parada voltou a ser forte

Por André Schmidt

O que antes era um dos pontos frágeis da equipe, tem sido a grande arma nestas duas partidas após a volta de Juninho. O retorno do Reizinho ao Vasco trouxe de volta o poder ofensivo nas bolas paradas. Os três últimos gols da equipe na competição saíram em cobranças de faltas ou escanteios. Contra o Corinthians, o próprio camisa 8 mandou a bola para as redes. Já contra o Internacional, o escanteio de Bernardo e um levantamento cruzado do Pernambucano iniciaram os lances de gol do time.

Juninho Pernambucano se aproxima do seu jogo de número 300 com a camisa do Vasco

Por André Schmidt

Primeiro foi a vez de Felipe, o Maestro, retornar à Colina e alcançar a marca de 300 jogos pelo Vasco. Agora a equipe conta também com a volta de outro ídolo: Juninho Pernambucano. E assim como o seu companheiro, o Reizinho também está prestes a alcançar esta marca. O meia, em sua primeira passagem pelo clube entre 95 e 2000, disputou 295 partidas com a camisa vascaína, agora, já está há apenas três de sua terceira centena. Se participar das próximas rodadas do Brasileiro como vem acontecendo, Juninho completará o seu 300º jogo contra o Bahia, no dia 28 deste mês, em São Januário.

Pelo Vasco
1995 - 28 jogos e 3 gols
1996 - 57 jogos e 13 gols
1997 - 51 jogos e 8 gols
1998 - 37 jogos e 6 gols
1999 - 57 jogos e 12 gols
2000 - 64 jogos e 12 gols
2001 - 1 jogo e 1 gol
2011 - 2 jogos e 1 gol
Total - 297 jogos e 56 gols

sábado, 9 de julho de 2011

Alan Kardec, ex-Vasco, acerta com o Santos

Por André Schmidt

Criado nas categorias de base do Vasco, o atacante Alan Kardec está de volta ao futebol brasileiro. Atuando pelo Benfica desde 2009, o centroavante acertou a sua ida para o Santos por empréstimo. Em São Januário o jogador marcou 23 gols em 93 partidas disputadas entre 2007 e 2009.

Apenas sete clubes da Série A ainda não sofreram gols de Juninho Pernambucano

Contra o Corinthians gol saiu com dois minutos
Por André Schmidt

Juninho reestreou pelo Vasco marcando um gol ao seu melhor estilo: batendo falta. Poucos times conseguiram passar ilesos pelos chutes certeiros do Reizinho. O próprio Corinthians ainda não havia sofrido gols do jogador. Adversário de hoje, o Inter também pode - até agora - se vangloriar de ainda não ter deixado o meia balançar as suas redes. Dos 19 clubes que disputam o Brasileiro, apenas sete não foram vítimas do maior cobrador de faltas da história. Além do Colorado, Figueirense, Coritiba, Ceará, Grêmio, Avaí e Atlético-GO. Hoje este número pode continuar a diminuir.

sexta-feira, 8 de julho de 2011

Último gol de Juninho em São Januário foi contra o Palmeiras pela Copa Mercosul

Por André Schmidt

Vasco Da Gama 2 x 0 Palmeiras (SP)
Data: 06/12/2000
Copa Mercosul
Local : Estádio De São Januário (Rio De Janeiro - RJ)
Arbitro : Márcio Rezende De Freitas
Público : 25.000
Gols : Juninho (Vasco 45/1ºT) e Romário (Vasco 32/2ºT)
Expulsão : Arce (Palmeiras)

Vasco - Hélton, Clébson, Odvan, Júnior Baiano, Jorginho Paulista, Jorginho (Nasa), Paulo Miranda, Juninho (Luisinho), Pedrinho, Euller (Luís Cláudio) e Romário Técnico : Oswaldo De Oliveira

Palmeiras - Sérgio, Arce, Paulo Turra, Galeano, Thiago Silva, Fernando, Magrão, Flávio, Rodrigo Taddei (Juliano), Juninho e Basílio (Neném) Técnico : Marco Aurélio

terça-feira, 5 de julho de 2011

Time de Felipe venceu o de Juninho no rachão desta terça-feira em São Januário

Por André Schmidt

Jogador que é jogador não gosta de perder nem em treino. E foi com esta vontade que o meia Felipe treinou nesta tarde em São Januário. No último treinamento antes de embarcarem para São Paulo, os vascaínos participaram de um rachão. O camisa 6 comandou um time e Juninho Pernambucano, que fará a sua reestreia o outro. Melhor para o Maestro que marcou duas vezes na vitória da sua equipe sobre a do Reizinho. O rachão durou cerca de 40 minutos e terminou 3x1. Jumar, para o time de Juninho e Éder Luís para o de Felipe definiram o placar.
Após o recreativo, Alecsandro, Diego Souza e Bernardo treinaram cobranças de falta e tiveram excelente aproveitamento. Pernambucano evitou estender o treinamento para não forçar a musculatura.

Éder Luís e Felipe foram os destaques da última vitória do Vasco sobre Corinthians

Por André Schmidt

O Vasco x Corinthians válido pelo primeiro turno do Brasileiro do ano passado ficou marcado como uma das primeiras grandes apresentações de Felipe com a camisa cruzmaltina após o seu retorno. O meia e Éder Luís infernizaram a defesa corinthiana. Numa das jogadas da dupla, o camisa 6 deixou o atacante livre para marcar o segundo gol e decretar a vitória vascaína.

FICHA DO JOGO:

VASCO 2 X 0 CORINTHIANS
Campeonato Brasileiro
Estádio: São Januário, Rio de Janeiro (RJ)
Árbitro: Sandro Meira Ricci (DF)
Renda/público: R$ 207.070,00 / 9.285 pagantes
Cartões amarelos: Jumar (VAS); Jucilei, Paulinho, Boquita (COR)
Gols: Zé Roberto, 10'/1ºT (1-0); Eder Luis, 21'/1ºT (2-0)

VASCO: Fernando Prass, Irrazábal, Cesinha, Dedé e Carlinhos (Renato Augusto - 27'/2ºT); Jumar, Rafael Carioca, Fellipe Bastos (Allan - 21'/2ºT) e Felipe; Zé Roberto (Jonathan - 45'/2ºT)e Eder Luis. Técnico: Paulo César Gusmão.

CORINTHIANS: Julio Cesar; Alessandro (Boquita - 30'/1ºT), Chicão, William e Roberto Carlos; Jucilei, Paulinho, Elias (William Morais - 25'/2ºT) e Danilo; Iarley e Souza (Defederico - 12'/2ºT). Técnico: Fábio Carille.

segunda-feira, 4 de julho de 2011

Juninho Pernambucano já marcou 8 gols em finais e semifinais pelo Vasco

Juninho com a taça da Mercosul de 2000
Por André Schmidt

Ter seu gol cantado à todo pulmão por milhões de torcedores é um privilégio de poucos. Juninho Pernambucano faz parte deste seleto grupo. Imortalizado após o gol marcado contra o River Plate nas semifinais da Libertadores de 98, o meia parece ter gostado do gostinho de decidir. O Reizinho marcou nada mais nada menos do que em cinco finais e três semifinais, saindo derrotado em apenas uma delas - contra o Real Madrid no Mundial. Estes dois gols, contra River e Real, foram apenas os primeiros decisivos do jogador com a camisa do Vasco. Logo no início da temporada seguinte, Juninho marcaria nas semifinais do Rio São Paulo contra o São Paulo e duas vezes - uma em cada partida - nos jogos decisivos com o Santos. Não satisfeito, em sua última temporada pelo clube, em 2000, o camisa 8 cruzmaltino marcaria no primeiro jogo da final da Mercosul contra o Palmeiras, na semi do Brasileiro contra o Cruzeiro e abriria o placar no jogo decisivo do campeonato contra o São Caetano. Esta última partida marcou também a sua saída da Colina.

GOLS DE JUNINHO EM DECISÕES

22/07/1998 - River Plate-ARG 1x1 Vasco - 1 gol
01/12/1998 - Vasco 1x2 Real Madrid-ESP - 1 gol
21/02/1999 - Vasco 2x3 São Paulo - 1 gol
28/02/1999 - Vasco 3x1 Santos - 1 gol
03/03/1999 - Santos 1x2 Vasco - 1 gol
06/12/2000 - Vasco 2x0 Palmeiras - 1 gol
23/12/2000 - Cruzeiro 1x3 Vasco - 1 gol
18/01/2001 - Vasco 3x1 São Caetano - 1 gol

Relembre como foram as reestreias de outros ídolos vascaínos ao longo do tempo


Vascaínos contam os minutos para a reestreia de Juninho

Por André Schmidt

Restam poucos mais de 48 horas para Juninho Pernambucano fazer sua reestreia pelo Vasco. Foram dez longos anos de espera até que o Reizinho voltasse para o lugar de onde nunca deveria ter saído, a sua casa. É como diz o velho ditado: "O bom filho à casa torna".
Está não será a primeira vez que um grande ídolo cruzmaltino retorna à São Januário. Alguns dos maiores craques da história do clube saíram e voltaram à Colina. Roberto Dinamite, em 80, fez o seu jogo de volta contra o Náutico, fora de casa, após rápida passagem pelo Barcelona. Vitória por 1x0, gol de Guina. Na partida seguinte marcaria cinco gols na histórica goleada sobre o Corinthians por 5x2 no Maracanã.
Edmundo foi o que mais vezes reestreou pelo Gigante. No total foram cinco passagens pelo clube e quatro voltas. Na primeira, em 96, vitória por 2x1 sobre a Portuguesa em São Januário. Curiosamente, Juninho foi o autor do gol que garantiu o triunfo. Já em 99, o clássico contra o Botafogo terminaria empatado em 1x1, mas o Animal, na semana seguinte, marcaria duas vezes na final da Taça Rio contra o Flamengo dando o título ao Vasco. Em 2003 teria a sua passagem mais apagada pela equipe. Na reestreia novo empate em 1x1, desta vez com o Bahia. Cinco anos depois faria sua última temporada pelo clube e como profissional. Já veterano, teve sua festa estragada pelo arqui-rival rubro-negro. Derrota por 2x1, com direito a pênalti perdido.
Uma das voltas mais badaladas talvez tenha sido a de Romário. Após quase 12 anos distante da Colina, com um tetracampeonato mundial pela seleção e uma bola de ouro debaixo do braço, o Baixinho voltou à sua origem. Os flamenguistas que tanto idolatraram o atacante durante a sua passagem pela Gávea ficaram pouco satisfeitos. Antes mesmo do final da temporada de 99 o Vasco realizou um amistoso contra o Santa Cruz para celebrar a volta do artilheiro. Resultado: vitória por 2x0 e show de Romário que deixou a sua marca.
Seguindo o caminho inverso dos outros ídolos, Bebeto teve um retorno pra lá de discreto. Peça fundamental na conquista do Brasileiro de 89, o Baianinho também aguardou 12 anos para anunciar sua volta. Em 2001 tentou reeditar a sua dupla com Romário mas teve pouco sucesso. Disputou algumas poucas partidas e logo deixou o clube. Porém, seu jogo de reestreia foi o que teve o placar mais elástico de todos. O tetracampeão começou no banco o confronto contra o Atlético-PR e entrou no segundo tempo. O Vasco venceu por 4x0 e o atacante ainda pode dar um passe para Juninho Paulista marcar um dos gols da equipe.

Ex-meia Yan fez sua estreia como profissional pelo Vasco há exatos 18 anos

Por André Schmidt

Quem não se lembra da celebre dupla vascaína da década de 90 Yan e Gian? Os dois surgiram como promessas após se destacarem nas categorias de base da seleção brasileira, mas não conseguiram o mesmo sucesso na principal. Hoje, dia 4 de julho, completam exatos 18 anos desde a estreia do habilidoso meia no Vasco. Infelizmente o Cruzmaltino acabou saindo derrotado pela Portuguesa. A partida foi válida pelo extinto Torneio Rio-São Paulo.

CONFIRA OS NÚMERO DE YAN PELO VASCO

FICHA DA ESTREIA DE YAN PELO VASCO:

Vasco Da Gama 0 x 2 Portuguesa De Desportos (SP)
Data: 04/07/1993
Torneio Rio - São Paulo
Local : Estádio De São Januário (Rio De Janeiro - RJ)
Arbitro : Jorge Dos Santos Travassos
Público : 1.015
Gols : Bentinho (Portuguesa 10/1ºT) e Souza (Portuguesa 16/1ºT)
Vasco - Carlos Germano, Pimentel, Alexandre Torres, Alê, Cássio, Sídney (Yan), Geovani, França, Carlos Alberto Dias, Gian e Valdir (Jardel) Técnico : Alcir Portella

Portuguesa De Desportos - Rui, Zé Maria, Augusto, Souza, Jacenir, Capitão, Fernando, Bentinho, Toninho Cajuru (Paulinho Japonês), Baiano e Diney (Luciano) Técnico : Pepe

domingo, 3 de julho de 2011

Vitória do Vasco no Pacaembu em 2007 praticamente rebaixou o Corinthians

Por André Schmidt

A torcida corinthiana ainda teve ter pesadelos ao relembrar a partida entre Corinthians e Vasco no Pacaembu em 2007. Precisando desesperadamente da vitória para tentar fugir da segunda divisão, o Timão recebeu os cruzmaltinos na penúltima rodada do Brasileiro. Allan Kardec tratou de acabar com as esperanças paulistas ao abrir o placar e decretar a vitória vascaína por 1x0. O Corinthians acabou sendo rebaixado na rodada seguinte. Esta foi a última vitória do Vasco contra o adversário em seu estádio.

FICHA DO JOGO:

CORINTHIANS 0 X 1 VASCO
Estádio: Pacaembu, São Paulo (SP)
Data: 28/11/2007
Árbitro: Sérgio da Silva Carvalho (DF)
Público e Renda: 34.168 pagantes / R$ 324.820,00
Cartões amarelos: Dentinho, Amaral (COR); Thiaguinho e Jorge Luis (VAS)
Gols.: Alan Kardec, 20'/2ºT (0-1)

CORINTHIANS: Felipe, Betão, Fábio Braz e Fábio Ferreira; Amaral (Héverton, 21'/2ºT), Bruno Octávio, Carlos Alberto (Vampeta,27'/2ºT), Lulinha e Everton Ribeiro; Dentinho (Wilson, 32'/2ºT) e Arce. Técnico: Nelsinho Batista.

VASCO: Cássio, Wagner Diniz, Jorge Luiz, Luizão e Guilherme; Amaral, Thiaguinho, Leandro Bomfim e Morais (Perdigão, 39'/2º); Leandro Amaral e Alan Kardec (Abuda, 41'/2º). Técnico: Valdir Espinosa.

sexta-feira, 1 de julho de 2011

Éder Luís completará 60 jogos pelo Vasco

Por André Schmidt

De contrato renovado com o Vasco até o meio de 2012, Éder Luís completará na próxima rodada do Brasileiro, contra o Corinthians, 60 jogos com a camisa cruzmaltina. Há um ano no clube, o atacante já marcou 14 gols em 59 partidas. O último deles, o mais importante de todos, garantiu o título inédito da Copa do Brasil à equipe carioca.

quinta-feira, 30 de junho de 2011

Vasco não perdia dentro de casa por três gols de diferença no Brasileiro desde 2004

Tadic era o goleiro do Vasco
Por André Schmidt

A torcida vascaína não está acostumada a ver seu time perder por uma diferença de gols tão grande dentro de casa como a de ontem contra o Cruzeiro - 3x0. Não foi um resultado justo e nem normal, porém, encerrou um tabu de sete anos do clube sem ser derrotado por uma diferença de três ou mais gols em São Januário. A última vez havia ocorrido em 2004, quando o Palmeiras venceu por 5x2. Para se ter uma ideia, o sérvio Tadic era o goleiro cruzmaltino.

FICHA DE VASCO 2X5 PALMEIRAS:

VASCO 2 X 5 PALMEIRAS
Estádio: São Januário (Rio de Janeiro - RJ)
Data-hora: 28/09/2004
Árbitro: Leonardo Gaciba (RS) Renda: 24.800,00
Público: 1.983 pagantes
Gols: 9'/1ºT Lúcio (0x1); 16'/1ºT Pedrinho (0x2); 28'/1ºT Élson (0x3); 14'2ºT Osmar (0x4); 18'/2ºT André Lima (1x4); 27'/2ºT Osmar (1x5); 36'/2ºT Petkovic (2x5)
Cartões amarelos: Fabiano, Róbson Luiz (VAS); Daniel (PAL)
Cartão vermelho: 42'/2ºT Henrique (VAS)

VASCO: Tadic; Pereira (25'/1ºT André Lima), Fabiano e Henrique; Thiago Maciel, Coutinho (24'/2ºT Rubens), Rodrigo Souto, Petkovic e Diego; Róbson Luiz e Muriqui. Técnico: Geninho.

PALMEIRAS: Sérgio; Baiano, Nen, Daniel e Lúcio; Claudecir, Alceu, Marcinho, Magrão e Elson (40'/2ºT Alceu); Osmar (33'/2ºT Renaldo) e Pedrinho (25'/2ºT Diego Souza). Técnico: Estevam Soares.

Alecsandro e Éder Luís vivem jejum de gols desde a final da Copa do Brasil

Por André Schmidt

Destaques do Vasco nas partidas finais da Copa do Brasil contra o Coritiba, Alecsandro e Éder Luís ainda não conseguiram fazer a diferença pelo time no Brasileiro. O centroavante ainda não balançou as redes na competição e já amarga um jejum de três jogos sem marcar. Já o camisa 7 até vem tendo atuações mais destacadas que seu companheiro, mas segue com prblemas na hora da finalização. Ambos foram os autores dos gols que deram o inédito título ao Vasco no início do mês e agora lutam para voltarem a boa fase para ajudar o Cruzmaltino na batalha para chegar ao pentacampeonato brasileiro.

Vasco também havia sido goleado pelo Cruzeiro em São Januário há 15 anos atrás

Por André Schmidt

Ganhar do Cruzeiro, mesmo dentro de casa, tem sido tarefa cada vez mais difícil para o Vasco. Há cinco anos sem vencer os mineiros, mais uma vez a equipe saiu derrota de campo. O placar de 3x0 pode ter sido espantoso para muitos, mas não foi a primeira vez que o clube celeste venceu os cruzmaltinos em São Januário por uma grande diferença de gols.
Em partida válida pela Copa do Brasil de 96, os vascaínos foram massacrados pela Raposa: 6x2. Até hoje a maior goleada já aplicada no confronto entre as duas equipes.

FICHA DO JOGO DE 1996:

Vasco Da Gama 2 x 6 Cruzeiro (MG)
Data: 28/03/1996
Copa Do Brasil
Local : Estádio De São Januário (Rio De Janeiro - RJ)
Arbitro : Antônio Pereira Da Silva
Público : 760
Gols : Uéslei (Cruzeiro 2/1ºT), Gélson (Cruzeiro 11/1ºT), Nilson (Vasco 29/1ºT)Roberto Gaúcho (Cruzeiro 5/2ºT), Marcelo (Cruzeiro 9/2ºT), Palhinha (Cruzeiro 15/2ºT), Zinho (Vasco 29/2ºT) e Edmundo (Cruzeiro 39/2ºT)
Expulsão : Válber (Vasco)

Vasco - Carlos Germano, Bruno Carvalho (Sídney), Zé Carlos, Rogério, Zinho, Luisinho, Leandro, Juninho (Brener), Assis (Bill), Nílson e Válber Técnico : Carlos Alberto Silva

Cruzeiro - Dida, Vítor (Marcos Teixeira), Gélson, Célio Lúcio, Nonato, Fabinho, Ricardinho, Uéslei, Palhinha (Cleisson), Marcelo (Edmundo) e Roberto Gaúcho Técnico : Levir Culpi

Em 30 de junho de 1957, Vasco goleava o Benfica de Portugal em pleno Estádio da Luz

Por André Schmidt

Vasco da Gama 5x2 Benfica-POR
Data: 30/06/1957
Amistoso
Estádio – Estádio da Luz-POR
Gols do Vasco: Válter Marciano (2), Sabará, Livinho e Pinga
Gols do Benfica: desconhecidos

Vasco - Carlos Alberto (Hélio), Dario, Viana, Orlando e Ortunho; Laerte, Sabará, Livinho e Pinga; Vavá e Válter Marciano (Roberto Pinto). Técnico: Flávio Costa

Benfica - escalação desconhecida

quarta-feira, 29 de junho de 2011

Vasco não perdia por 3 gols de diferença em São Januário desde o vexame para o Baraúnas

Nem Romário salvou o Vasco em 2005
Por André Schmidt

O placar de 3x0 sofrido na derrota para o Cruzeiro em pleno São Januário não é um fato comum na história do clube. Nem mesmo na pífia campanha de 2008 que culminou no rebaixamento da equipe para a segunda divisão esta diferença no placar em nosso estádio ocorreu. Obviamente o resultado de hoje foi atípico e dificilmente se repetirá tão cedo, mas há mais de seis anos o time não sabia o que era perder por três gols de diferença dentro de casa. A última vez que isto ocorreu foi na trágica e vexaminosa eliminação da Copa do Brasil de 2005 para o desconhecido Baraúnas-RN comandado por Cícero Ramalho. Curiosamente, Joel Santana, atual treinador do time mineiro, era o técnico vascaíno naquela fatídica partida.

Derrota para o Cruzeiro por 3x0 foi a pior dos titulares nesta temporada de 2011

Por André Schmidt

Pode não ter sido um placar justo e muito menos reflexo do futebol apresentado, mas fato é que a derrota por 3x0 para o Cruzeiro em São Januário caiu como um balde de água fria na torcida vascaína. Essa foi a pior derrota da equipe nesta temporada - 3x0. Nem mesmo na fase negra do início de temporada quando PC Gusmão ainda era o técnico, o time foi derrotado com uma diferença tão grande de gols. Apenas o Expressinho, formado por reservas, havia sido goleado em 2011 - 5x1 para o Coritiba.

Confira fichas e vídeos de alguns "Vasco x Cruzeiro" que entraram para a história

Os "Juninhos" comandaram o Vasco em 2000
Por André Schmidt

FINAL DO BRASILEIRO DE 1974

Vasco Da Gama 2 x 1 Cruzeiro (MG)
Data: 01/08/1974
Campeonato Brasileiro
Local : Estádio Do Maracanã (Rio De Janeiro - RJ)
Arbitro : Armando Marques
Público : 112.993
Gols : Ademir (Vasco 14/1ºT), Nelinho (Cruzeiro 19/2ºT) e Jorginho Carvoeiro (Vasco 33/2ºT)

Vasco - Andrada, Fidélis, Miguel, Moisés, Alfinete, Alcir, Zanata, Ademir, Jorginho Carvoeiro, Roberto Dinamite e Luís Carlos Técnico : Mário Travaglini

Cruzeiro - Vítor, Nelinho, Perfumo, Darci Menezes, Vanderlei, Wilson Piazza, Zé Carlos, Dirceu Lopes, Roberto Batata, Palhinha (Joãozinho) e Eduardo (Baiano) Técnico : Hílton Chaves


OITAVAS DE FINAL DA LIBERTADORES 98 - 1º JOGO

Vasco Da Gama 2 x 1 Cruzeiro (MG)
Data: 15/04/1998
Taça Libertadores Da América (Oitavas De Final)
Local : Estádio De São Januário (Rio De Janeiro - RJ)
Arbitro : Carlos Eugênio Simon
Público : 16.347
Gols : Marcelo (Cruzeiro 20/1ºT), Luizão (Vasco 27/1ºT) e Donizete (Vasco 11/2ºT)

Vasco - Carlos Germano, Maricá (Vítor), Géder, Mauro Galvão, Felipe, Nélson (Válber), Nasa, Vagner (Fabrício Eduardo), Pedrinho, Donizete e Luizão Técnico : Antônio Lopes

Cruzeiro - Dida, Gustavo, Marcelo Djan, Wilson Gottardo, Gilberto, Marcos Paulo, Ricardinho (Caio), Valdir, Elivélton (Alex Alves), Bentinho (Fábio Júnior) e Marcelo Técnico : Levir Culpi


SEMIFINAL DO BRASILEIRO 2000 - 1º JOGO

Vasco Da Gama 2 x 2 Cruzeiro (MG)
Data: 16/12/2000
Campeonato Brasileiro
Local : Estádio De São Januário (Rio De Janeiro - RJ)
Arbitro : Carlos Eugênio Simon
Público : 7.830
Gols : Euller (Vasco 39/1ºT), Euller (Vasco 2/2ºT), Fábio Júnior (Cruzeiro 34/2ºT) e Alex Mineiro (Cruzeiro 42/2ºT)

Vasco - Hélton, Clébson, Odvan, Mauro Galvão, Jorginho Paulista, Jorginho (Nasa), Paulo Miranda, Juninho (Luisinho), Juninho Paulista, Euller (Pedrinho) e Romário Técnico : Oswaldo De Oliveira

Cruzeiro - Fabiano, Rodrigo (Marcos Paulo), Cris, Cléber, Sorin, Donizete Oliveira, Ricardinho, Jackson, Viveros (Sérgio Manoel), Oséas (Alex Mineiro) e Fábio Júnior Técnico : Luiz Felipe Scolari


SEMIFINAL DO BRASILEIRO 2000 - 2º JOGO

Vasco Da Gama 3 x 1 Cruzeiro (MG)
Data: 23/12/2000
Campeonato Brasileiro
Local : Estádio Do Mineirão (Belo Horizonte - MG)
Arbitro : Oscar Roberto De Godoy
Público : 64.287
Gols : Juninho (Vasco 31/1ºT), Sorin (Cruzeiro 41/1ºT), Euller (Vasco 22/2ºT) e Romário (Vasco 48/2ºT)

Vasco - Hélton, Clébson, Odvan, Júnior Baiano, Jorginho Paulista, Nasa, Jorginho (Henrique), Juninho (Paulo Miranda), Juninho Paulista, Euller (Pedrinho) e Romário Técnico : Joel Santana

Cruzeiro - Fabiano, Rodrigo (Cléber Monteiro), Cris, Cléber, Sorin, Donizete Oliveira (Alex Mineiro), Ricardinho, Jackson, Sérgio Manoel, Geovanni e Fábio Júnior (Oséas) Técnico : Luiz Felipe Scolari

"Vasco x Cruzeiro" já foi final e semi de Brasileiro

Jorginho Carvoeiro marcou o gol do título de 74

Por André Schmidt

Um jogo de muita história.
Assim podemos definir o clássico interestadual entre Vasco e Cruzeiro. Donos de duas das maiores torcidas do Brasil e de inúmeras taças em seus salões, os dois clubes entrarão em campo hoje à noite, às 19:30h, em São Januário, para escreverem mais um capítulo deste livro. O jogo de logo mais pode não ter muita importância para o campeonato, já que estamos apenas no início, mas clássico é clássico - e vice-versa, como diria o poeta.
Mineiros e cariocas já protagonizaram diversos confrontos inesquecíveis. O primeiro deles em 74, quando os cruzmaltinos derrotaram a Raposa por 2x1 e conquistaram o seu primeiro título brasileiro. Em 98, mais dois encontros. O time Celeste levou a melhor na Copa do Brasil, eliminando os vascaínos, porém, na Libertadores o grupo comandado por Antônio Lopes conseguiu triunfar e seguir em frente. Ambos acabaram campeões destes torneios.
No mesmo ano um fato triste ficaria marcado. Na partida válida pelo Brasileirão o zagueiro Marcelo Djean deu uma entrada criminosa no meia Pedrinho, que sofreu uma grave lesão no joelho, ficando parado por um ano e meio e nunca mais conseguindo se recuperar 100% do problema.
Em 2000, o grande último embate entre as equipes. No primeiro jogo da semifinal do Brasileiro daquele ano, os clubes empataram em 2x2, em São Januário. Logo após a partida o técnico do Vasco, Oswaldo de Oliveira, seria demitido por Eurico Miranda por ter cumprimentado o treinador adversário - que tinha problemas com o cartola. Joel Santana assumiu o comando técnico da equipe e conseguiu uma vitória heroica por 3x1 em pleno Mineirão.
Estas últimas batalhas entre mineiros e cariocas só acirrou ainda mais a rivalidade entre os clubes que, politicamente, também sempre tiveram um relacionamento conturbado em anos anteriores.