O que antes era um dos pontos frágeis da equipe, tem sido a grande arma nestas duas partidas após a volta de Juninho. O retorno do Reizinho ao Vasco trouxe de volta o poder ofensivo nas bolas paradas. Os três últimos gols da equipe na competição saíram em cobranças de faltas ou escanteios. Contra o Corinthians, o próprio camisa 8 mandou a bola para as redes. Já contra o Internacional, o escanteio de Bernardo e um levantamento cruzado do Pernambucano iniciaram os lances de gol do time.
Primeiro foi a vez de Felipe, o Maestro, retornar à Colina e alcançar a marca de 300 jogos pelo Vasco. Agora a equipe conta também com a volta de outro ídolo: Juninho Pernambucano. E assim como o seu companheiro, o Reizinho também está prestes a alcançar esta marca. O meia, em sua primeira passagem pelo clube entre 95 e 2000, disputou 295 partidas com a camisa vascaína, agora, já está há apenas três de sua terceira centena. Se participar das próximas rodadas do Brasileiro como vem acontecendo, Juninho completará o seu 300º jogo contra o Bahia, no dia 28 deste mês, em São Januário.
Pelo Vasco 1995 - 28 jogos e 3 gols 1996 - 57 jogos e 13 gols 1997 - 51 jogos e 8 gols 1998 - 37 jogos e 6 gols 1999 - 57 jogos e 12 gols 2000 - 64 jogos e 12 gols 2001 - 1 jogo e 1 gol 2011 - 2 jogos e 1 gol Total - 297 jogos e 56 gols
Criado nas categorias de base do Vasco, o atacante Alan Kardec está de volta ao futebol brasileiro. Atuando pelo Benfica desde 2009, o centroavante acertou a sua ida para o Santos por empréstimo. Em São Januário o jogador marcou 23 gols em 93 partidas disputadas entre 2007 e 2009.
Juninho reestreou pelo Vasco marcando um gol ao seu melhor estilo: batendo falta. Poucos times conseguiram passar ilesos pelos chutes certeiros do Reizinho. O próprio Corinthians ainda não havia sofrido gols do jogador. Adversário de hoje, o Inter também pode - até agora - se vangloriar de ainda não ter deixado o meia balançar as suas redes. Dos 19 clubes que disputam o Brasileiro, apenas sete não foram vítimas do maior cobrador de faltas da história. Além do Colorado, Figueirense, Coritiba, Ceará, Grêmio, Avaí e Atlético-GO. Hoje este número pode continuar a diminuir.
Vasco Da Gama 2 x 0 Palmeiras (SP) Data: 06/12/2000 Copa Mercosul Local : Estádio De São Januário (Rio De Janeiro - RJ) Arbitro : Márcio Rezende De Freitas Público : 25.000 Gols : Juninho (Vasco 45/1ºT) e Romário (Vasco 32/2ºT) Expulsão : Arce (Palmeiras)
Vasco - Hélton, Clébson, Odvan, Júnior Baiano, Jorginho Paulista, Jorginho (Nasa), Paulo Miranda, Juninho (Luisinho), Pedrinho, Euller (Luís Cláudio) e Romário Técnico : Oswaldo De Oliveira
Palmeiras - Sérgio, Arce, Paulo Turra, Galeano, Thiago Silva, Fernando, Magrão, Flávio, Rodrigo Taddei (Juliano), Juninho e Basílio (Neném) Técnico : Marco Aurélio
Jogador que é jogador não gosta de perder nem em treino. E foi com esta vontade que o meia Felipe treinou nesta tarde em São Januário. No último treinamento antes de embarcarem para São Paulo, os vascaínos participaram de um rachão. O camisa 6 comandou um time e Juninho Pernambucano, que fará a sua reestreia o outro. Melhor para o Maestro que marcou duas vezes na vitória da sua equipe sobre a do Reizinho. O rachão durou cerca de 40 minutos e terminou 3x1. Jumar, para o time de Juninho e Éder Luís para o de Felipe definiram o placar. Após o recreativo, Alecsandro, Diego Souza e Bernardo treinaram cobranças de falta e tiveram excelente aproveitamento. Pernambucano evitou estender o treinamento para não forçar a musculatura.
O Vasco x Corinthians válido pelo primeiro turno do Brasileiro do ano passado ficou marcado como uma das primeiras grandes apresentações de Felipe com a camisa cruzmaltina após o seu retorno. O meia e Éder Luís infernizaram a defesa corinthiana. Numa das jogadas da dupla, o camisa 6 deixou o atacante livre para marcar o segundo gol e decretar a vitória vascaína.
FICHA DO JOGO:
VASCO 2 X 0 CORINTHIANS Campeonato Brasileiro Estádio: São Januário, Rio de Janeiro (RJ) Árbitro: Sandro Meira Ricci (DF) Renda/público: R$ 207.070,00 / 9.285 pagantes Cartões amarelos: Jumar (VAS); Jucilei, Paulinho, Boquita (COR) Gols: Zé Roberto, 10'/1ºT (1-0); Eder Luis, 21'/1ºT (2-0)
VASCO: Fernando Prass, Irrazábal, Cesinha, Dedé e Carlinhos (Renato Augusto - 27'/2ºT); Jumar, Rafael Carioca, Fellipe Bastos (Allan - 21'/2ºT) e Felipe; Zé Roberto (Jonathan - 45'/2ºT)e Eder Luis. Técnico: Paulo César Gusmão.
CORINTHIANS: Julio Cesar; Alessandro (Boquita - 30'/1ºT), Chicão, William e Roberto Carlos; Jucilei, Paulinho, Elias (William Morais - 25'/2ºT) e Danilo; Iarley e Souza (Defederico - 12'/2ºT). Técnico: Fábio Carille.
Ter seu gol cantado à todo pulmão por milhões de torcedores é um privilégio de poucos. Juninho Pernambucano faz parte deste seleto grupo. Imortalizado após o gol marcado contra o River Plate nas semifinais da Libertadores de 98, o meia parece ter gostado do gostinho de decidir. O Reizinho marcou nada mais nada menos do que em cinco finais e três semifinais, saindo derrotado em apenas uma delas - contra o Real Madrid no Mundial. Estes dois gols, contra River e Real, foram apenas os primeiros decisivos do jogador com a camisa do Vasco. Logo no início da temporada seguinte, Juninho marcaria nas semifinais do Rio São Paulo contra o São Paulo e duas vezes - uma em cada partida - nos jogos decisivos com o Santos. Não satisfeito, em sua última temporada pelo clube, em 2000, o camisa 8 cruzmaltino marcaria no primeiro jogo da final da Mercosul contra o Palmeiras, na semi do Brasileiro contra o Cruzeiro e abriria o placar no jogo decisivo do campeonato contra o São Caetano. Esta última partida marcou também a sua saída da Colina.
GOLS DE JUNINHO EM DECISÕES
22/07/1998 - River Plate-ARG 1x1 Vasco - 1 gol 01/12/1998 - Vasco 1x2 Real Madrid-ESP - 1 gol 21/02/1999 - Vasco 2x3 São Paulo - 1 gol 28/02/1999 - Vasco 3x1 Santos - 1 gol 03/03/1999 - Santos 1x2 Vasco - 1 gol 06/12/2000 - Vasco 2x0 Palmeiras - 1 gol 23/12/2000 - Cruzeiro 1x3 Vasco - 1 gol 18/01/2001 - Vasco 3x1 São Caetano - 1 gol
Vascaínos contam os minutos para a reestreia de Juninho
Por André Schmidt
Restam poucos mais de 48 horas para Juninho Pernambucano fazer sua reestreia pelo Vasco. Foram dez longos anos de espera até que o Reizinho voltasse para o lugar de onde nunca deveria ter saído, a sua casa. É como diz o velho ditado: "O bom filho à casa torna". Está não será a primeira vez que um grande ídolo cruzmaltino retorna à São Januário. Alguns dos maiores craques da história do clube saíram e voltaram à Colina. Roberto Dinamite, em 80, fez o seu jogo de volta contra o Náutico, fora de casa, após rápida passagem pelo Barcelona. Vitória por 1x0, gol de Guina. Na partida seguinte marcaria cinco gols na histórica goleada sobre o Corinthians por 5x2 no Maracanã. Edmundo foi o que mais vezes reestreou pelo Gigante. No total foram cinco passagens pelo clube e quatro voltas. Na primeira, em 96, vitória por 2x1 sobre a Portuguesa em São Januário. Curiosamente, Juninho foi o autor do gol que garantiu o triunfo. Já em 99, o clássico contra o Botafogo terminaria empatado em 1x1, mas o Animal, na semana seguinte, marcaria duas vezes na final da Taça Rio contra o Flamengo dando o título ao Vasco. Em 2003 teria a sua passagem mais apagada pela equipe. Na reestreia novo empate em 1x1, desta vez com o Bahia. Cinco anos depois faria sua última temporada pelo clube e como profissional. Já veterano, teve sua festa estragada pelo arqui-rival rubro-negro. Derrota por 2x1, com direito a pênalti perdido. Uma das voltas mais badaladas talvez tenha sido a de Romário. Após quase 12 anos distante da Colina, com um tetracampeonato mundial pela seleção e uma bola de ouro debaixo do braço, o Baixinho voltou à sua origem. Os flamenguistas que tanto idolatraram o atacante durante a sua passagem pela Gávea ficaram pouco satisfeitos. Antes mesmo do final da temporada de 99 o Vasco realizou um amistoso contra o Santa Cruz para celebrar a volta do artilheiro. Resultado: vitória por 2x0 e show de Romário que deixou a sua marca. Seguindo o caminho inverso dos outros ídolos, Bebeto teve um retorno pra lá de discreto. Peça fundamental na conquista do Brasileiro de 89, o Baianinho também aguardou 12 anos para anunciar sua volta. Em 2001 tentou reeditar a sua dupla com Romário mas teve pouco sucesso. Disputou algumas poucas partidas e logo deixou o clube. Porém, seu jogo de reestreia foi o que teve o placar mais elástico de todos. O tetracampeão começou no banco o confronto contra o Atlético-PR e entrou no segundo tempo. O Vasco venceu por 4x0 e o atacante ainda pode dar um passe para Juninho Paulista marcar um dos gols da equipe.
Quem não se lembra da celebre dupla vascaína da década de 90 Yan e Gian? Os dois surgiram como promessas após se destacarem nas categorias de base da seleção brasileira, mas não conseguiram o mesmo sucesso na principal. Hoje, dia 4 de julho, completam exatos 18 anos desde a estreia do habilidoso meia no Vasco. Infelizmente o Cruzmaltino acabou saindo derrotado pela Portuguesa. A partida foi válida pelo extinto Torneio Rio-São Paulo.
Vasco Da Gama 0 x 2 Portuguesa De Desportos (SP) Data: 04/07/1993 Torneio Rio - São Paulo Local : Estádio De São Januário (Rio De Janeiro - RJ) Arbitro : Jorge Dos Santos Travassos Público : 1.015 Gols : Bentinho (Portuguesa 10/1ºT) e Souza (Portuguesa 16/1ºT) Vasco - Carlos Germano, Pimentel, Alexandre Torres, Alê, Cássio, Sídney (Yan), Geovani, França, Carlos Alberto Dias, Gian e Valdir (Jardel) Técnico : Alcir Portella
A torcida corinthiana ainda teve ter pesadelos ao relembrar a partida entre Corinthians e Vasco no Pacaembu em 2007. Precisando desesperadamente da vitória para tentar fugir da segunda divisão, o Timão recebeu os cruzmaltinos na penúltima rodada do Brasileiro. Allan Kardec tratou de acabar com as esperanças paulistas ao abrir o placar e decretar a vitória vascaína por 1x0. O Corinthians acabou sendo rebaixado na rodada seguinte. Esta foi a última vitória do Vasco contra o adversário em seu estádio.
FICHA DO JOGO:
CORINTHIANS 0 X 1 VASCO Estádio: Pacaembu, São Paulo (SP) Data: 28/11/2007 Árbitro: Sérgio da Silva Carvalho (DF) Público e Renda: 34.168 pagantes / R$ 324.820,00 Cartões amarelos: Dentinho, Amaral (COR); Thiaguinho e Jorge Luis (VAS) Gols.: Alan Kardec, 20'/2ºT (0-1)
CORINTHIANS: Felipe, Betão, Fábio Braz e Fábio Ferreira; Amaral (Héverton, 21'/2ºT), Bruno Octávio, Carlos Alberto (Vampeta,27'/2ºT), Lulinha e Everton Ribeiro; Dentinho (Wilson, 32'/2ºT) e Arce. Técnico: Nelsinho Batista.
VASCO: Cássio, Wagner Diniz, Jorge Luiz, Luizão e Guilherme; Amaral, Thiaguinho, Leandro Bomfim e Morais (Perdigão, 39'/2º); Leandro Amaral e Alan Kardec (Abuda, 41'/2º). Técnico: Valdir Espinosa.
De contrato renovado com o Vasco até o meio de 2012, Éder Luís completará na próxima rodada do Brasileiro, contra o Corinthians, 60 jogos com a camisa cruzmaltina. Há um ano no clube, o atacante já marcou 14 gols em 59 partidas. O último deles, o mais importante de todos, garantiu o título inédito da Copa do Brasil à equipe carioca.
A torcida vascaína não está acostumada a ver seu time perder por uma diferença de gols tão grande dentro de casa como a de ontem contra o Cruzeiro - 3x0. Não foi um resultado justo e nem normal, porém, encerrou um tabu de sete anos do clube sem ser derrotado por uma diferença de três ou mais gols em São Januário. A última vez havia ocorrido em 2004, quando o Palmeiras venceu por 5x2. Para se ter uma ideia, o sérvio Tadic era o goleiro cruzmaltino.
FICHA DE VASCO 2X5 PALMEIRAS:
VASCO 2 X 5 PALMEIRAS Estádio: São Januário (Rio de Janeiro - RJ) Data-hora: 28/09/2004 Árbitro: Leonardo Gaciba (RS) Renda: 24.800,00 Público: 1.983 pagantes Gols: 9'/1ºT Lúcio (0x1); 16'/1ºT Pedrinho (0x2); 28'/1ºT Élson (0x3); 14'2ºT Osmar (0x4); 18'/2ºT André Lima (1x4); 27'/2ºT Osmar (1x5); 36'/2ºT Petkovic (2x5) Cartões amarelos: Fabiano, Róbson Luiz (VAS); Daniel (PAL) Cartão vermelho: 42'/2ºT Henrique (VAS)
VASCO: Tadic; Pereira (25'/1ºT André Lima), Fabiano e Henrique; Thiago Maciel, Coutinho (24'/2ºT Rubens), Rodrigo Souto, Petkovic e Diego; Róbson Luiz e Muriqui. Técnico: Geninho.
PALMEIRAS: Sérgio; Baiano, Nen, Daniel e Lúcio; Claudecir, Alceu, Marcinho, Magrão e Elson (40'/2ºT Alceu); Osmar (33'/2ºT Renaldo) e Pedrinho (25'/2ºT Diego Souza). Técnico: Estevam Soares.
Destaques do Vasco nas partidas finais da Copa do Brasil contra o Coritiba, Alecsandro e Éder Luís ainda não conseguiram fazer a diferença pelo time no Brasileiro. O centroavante ainda não balançou as redes na competição e já amarga um jejum de três jogos sem marcar. Já o camisa 7 até vem tendo atuações mais destacadas que seu companheiro, mas segue com prblemas na hora da finalização. Ambos foram os autores dos gols que deram o inédito título ao Vasco no início do mês e agora lutam para voltarem a boa fase para ajudar o Cruzmaltino na batalha para chegar ao pentacampeonato brasileiro.
Ganhar do Cruzeiro, mesmo dentro de casa, tem sido tarefa cada vez mais difícil para o Vasco. Há cinco anos sem vencer os mineiros, mais uma vez a equipe saiu derrota de campo. O placar de 3x0 pode ter sido espantoso para muitos, mas não foi a primeira vez que o clube celeste venceu os cruzmaltinos em São Januário por uma grande diferença de gols. Em partida válida pela Copa do Brasil de 96, os vascaínos foram massacrados pela Raposa: 6x2. Até hoje a maior goleada já aplicada no confronto entre as duas equipes.
FICHA DO JOGO DE 1996:
Vasco Da Gama 2 x 6 Cruzeiro (MG) Data: 28/03/1996 Copa Do Brasil Local : Estádio De São Januário (Rio De Janeiro - RJ) Arbitro : Antônio Pereira Da Silva Público : 760 Gols : Uéslei (Cruzeiro 2/1ºT), Gélson (Cruzeiro 11/1ºT), Nilson (Vasco 29/1ºT)Roberto Gaúcho (Cruzeiro 5/2ºT), Marcelo (Cruzeiro 9/2ºT), Palhinha (Cruzeiro 15/2ºT), Zinho (Vasco 29/2ºT) e Edmundo (Cruzeiro 39/2ºT) Expulsão : Válber (Vasco)
Vasco - Carlos Germano, Bruno Carvalho (Sídney), Zé Carlos, Rogério, Zinho, Luisinho, Leandro, Juninho (Brener), Assis (Bill), Nílson e Válber Técnico : Carlos Alberto Silva
Vasco da Gama 5x2 Benfica-POR Data: 30/06/1957 Amistoso Estádio – Estádio da Luz-POR Gols do Vasco: Válter Marciano (2), Sabará, Livinho e Pinga Gols do Benfica: desconhecidos
Vasco - Carlos Alberto (Hélio), Dario, Viana, Orlando e Ortunho; Laerte, Sabará, Livinho e Pinga; Vavá e Válter Marciano (Roberto Pinto). Técnico: Flávio Costa
O placar de 3x0 sofrido na derrota para o Cruzeiro em pleno São Januário não é um fato comum na história do clube. Nem mesmo na pífia campanha de 2008 que culminou no rebaixamento da equipe para a segunda divisão esta diferença no placar em nosso estádio ocorreu. Obviamente o resultado de hoje foi atípico e dificilmente se repetirá tão cedo, mas há mais de seis anos o time não sabia o que era perder por três gols de diferença dentro de casa. A última vez que isto ocorreu foi na trágica e vexaminosa eliminação da Copa do Brasil de 2005 para o desconhecido Baraúnas-RN comandado por Cícero Ramalho. Curiosamente, Joel Santana, atual treinador do time mineiro, era o técnico vascaíno naquela fatídica partida.
Pode não ter sido um placar justo e muito menos reflexo do futebol apresentado, mas fato é que a derrota por 3x0 para o Cruzeiro em São Januário caiu como um balde de água fria na torcida vascaína. Essa foi a pior derrota da equipe nesta temporada - 3x0. Nem mesmo na fase negra do início de temporada quando PC Gusmão ainda era o técnico, o time foi derrotado com uma diferença tão grande de gols. Apenas o Expressinho, formado por reservas, havia sido goleado em 2011 - 5x1 para o Coritiba.
Vasco Da Gama 2 x 1 Cruzeiro (MG) Data: 01/08/1974 Campeonato Brasileiro Local : Estádio Do Maracanã (Rio De Janeiro - RJ) Arbitro : Armando Marques Público : 112.993 Gols : Ademir (Vasco 14/1ºT), Nelinho (Cruzeiro 19/2ºT) e Jorginho Carvoeiro (Vasco 33/2ºT)
Vasco Da Gama 2 x 1 Cruzeiro (MG) Data: 15/04/1998 Taça Libertadores Da América (Oitavas De Final) Local : Estádio De São Januário (Rio De Janeiro - RJ) Arbitro : Carlos Eugênio Simon Público : 16.347 Gols : Marcelo (Cruzeiro 20/1ºT), Luizão (Vasco 27/1ºT) e Donizete (Vasco 11/2ºT)
Cruzeiro - Dida, Gustavo, Marcelo Djan, Wilson Gottardo, Gilberto, Marcos Paulo, Ricardinho (Caio), Valdir, Elivélton (Alex Alves), Bentinho (Fábio Júnior) e Marcelo Técnico : Levir Culpi
SEMIFINAL DO BRASILEIRO 2000 - 1º JOGO
Vasco Da Gama 2 x 2 Cruzeiro (MG) Data: 16/12/2000 Campeonato Brasileiro Local : Estádio De São Januário (Rio De Janeiro - RJ) Arbitro : Carlos Eugênio Simon Público : 7.830 Gols : Euller (Vasco 39/1ºT), Euller (Vasco 2/2ºT), Fábio Júnior (Cruzeiro 34/2ºT) e Alex Mineiro (Cruzeiro 42/2ºT)
Vasco - Hélton, Clébson, Odvan, Mauro Galvão, Jorginho Paulista, Jorginho (Nasa), Paulo Miranda, Juninho (Luisinho), Juninho Paulista, Euller (Pedrinho) e Romário Técnico : Oswaldo De Oliveira
Vasco Da Gama 3 x 1 Cruzeiro (MG) Data: 23/12/2000 Campeonato Brasileiro Local : Estádio Do Mineirão (Belo Horizonte - MG) Arbitro : Oscar Roberto De Godoy Público : 64.287 Gols : Juninho (Vasco 31/1ºT), Sorin (Cruzeiro 41/1ºT), Euller (Vasco 22/2ºT) e Romário (Vasco 48/2ºT)
Um jogo de muita história. Assim podemos definir o clássico interestadual entre Vasco e Cruzeiro. Donos de duas das maiores torcidas do Brasil e de inúmeras taças em seus salões, os dois clubes entrarão em campo hoje à noite, às 19:30h, em São Januário, para escreverem mais um capítulo deste livro. O jogo de logo mais pode não ter muita importância para o campeonato, já que estamos apenas no início, mas clássico é clássico - e vice-versa, como diria o poeta. Mineiros e cariocas já protagonizaram diversos confrontos inesquecíveis. O primeiro deles em 74, quando os cruzmaltinos derrotaram a Raposa por 2x1 e conquistaram o seu primeiro título brasileiro. Em 98, mais dois encontros. O time Celeste levou a melhor na Copa do Brasil, eliminando os vascaínos, porém, na Libertadores o grupo comandado por Antônio Lopes conseguiu triunfar e seguir em frente. Ambos acabaram campeões destes torneios. No mesmo ano um fato triste ficaria marcado. Na partida válida pelo Brasileirão o zagueiro Marcelo Djean deu uma entrada criminosa no meia Pedrinho, que sofreu uma grave lesão no joelho, ficando parado por um ano e meio e nunca mais conseguindo se recuperar 100% do problema. Em 2000, o grande último embate entre as equipes. No primeiro jogo da semifinal do Brasileiro daquele ano, os clubes empataram em 2x2, em São Januário. Logo após a partida o técnico do Vasco, Oswaldo de Oliveira, seria demitido por Eurico Miranda por ter cumprimentado o treinador adversário - que tinha problemas com o cartola. Joel Santana assumiu o comando técnico da equipe e conseguiu uma vitória heroica por 3x1 em pleno Mineirão.
Estas últimas batalhas entre mineiros e cariocas só acirrou ainda mais a rivalidade entre os clubes que, politicamente, também sempre tiveram um relacionamento conturbado em anos anteriores.