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domingo, 10 de julho de 2011

"Lembra dele no Vasco?" - Edevaldo

Por André Schmidt

Lateral reserva da fantástica Seleção Brasileira durante a Copa de 1982, Edevaldo foi revelado pelo Fluminense no final da década de 70. Sua boas atuações pelo Tricolor Carioca fizeram com que o Internacional comprasse o passe do jogador. O jogador assumiu a camisa 2 vascaína pouco após a Copa, no ano seguinte. Foram mais de 100 jogos pelo Vasco até assinar com o Porto, de Portugal, em 85. Depois atuou ainda pelo Náutico e por clubes de menor porte do Rio de Janeiro até encerrar a carreira.

FICHA DO JOGADOR
Edevaldo de Freitas
Lateral direito, 28/01/1958, Campos-RJ

PELO VASCO
1983 - 14 jogos e 1 gol
1984 - 55 jogos e 1 gol
1985 - 41 jogos e 1 gol
TOTAL - 110 jogos e 3 gols

ESTREIA DE EDEVALDO PELO VASCO:

Vasco Da Gama 2 x 1 Bonsucesso (RJ)
Data: 18/09/1983
Campeonato Estadual
Local : Estádio Caio Martins (Niterói - RJ)
Arbitro : Valquir Pimentel
Público : 8.934
Gols : Pedrinho Gaúcho (Vasco 11/1ºT), Édson Botinha (Bonsucesso 17/2ºT) e Dudu (Vasco 30/2ºT)

Vasco - Acácio, Edevaldo, Daniel Gonzales (Chagas), Nenê, João Luís, Serginho, Dudu, Ernâni, Pedrinho Gaúcho, Roberto Dinamite e Paulo Egídio (Júlio César) Técnico : Oto Glória

Bonsucesso - SEM INFORMAÇÕES
Técnico : SEM INFORMÇÕES

PRIMEIRO GOL DE EDEVALDO PELO VASCO:

Vasco Da Gama 4 x 0 São Cristóvão (RJ)
Data: 29/10/1983
Campeonato Estadual
Local : Estádio De São Januário (Rio De Janeiro - RJ)
Arbitro : Luís Carlos Gonçalves
Público : 3.008
Gols : Almir (São Cristóvão / Contra 2/1ºT), Paulo Egídio (Vasco 36/1ºT), Edevaldo (Vasco 16/2ºT) e Paulo Egídio (Vasco 29/2ºT)
Expulsão : Geovani (Vasco)

Vasco - Roberto Costa, Edevaldo, Daniel Gonzalez, Nenê, Galvão, Dudu, Ernâni, Geovani, Pedrinho Gaúcho, Roberto Dinamite e Paulo Egidio Técnico : Oto Glória

São Cristóvão - Mauro, Élson, Carlos, Jaime, Rodrigues Neto, Almir, Artur, Zico, Paulo Henrique, Jairo e Edu Técnico : Aristóbulo Mesquita

terça-feira, 8 de março de 2011

Coluna do Portuga - "A magia de Barcelona"


Por André Schmidt

Raríssimas vezes abro uma coluna ou matéria para tratar de algo que não seja o nosso amado Vasco da Gama, mas após assistir ao massacre do Barcelona sobre o Arsenal não pude deixar de comentar. O futebol hoje apresentado pelo time de Pepe Guardiola é indiscutivelmente o mais bonito e eficiente da atualidade. Mesmo questionado após perder a Champions League do ano passado para a Inter de Milão, o clube catalão manteve o padrão e, com um grupo basicamente formado em casa, segue encantando o mundo. Na partida de hoje, o time inglês sequer passou do meio de campo, com o Barça avançando a sua marcação e disputando cada bola como se fosse final de Copa do Mundo. Não é apenas a beleza do futebol que encanta, mas também a entrega dos jogadores. Pepe armou a equipe com uma linha de quatro homens na frente, com os laterais enfiados na ponta, outra linha com quatro jogadores no meio e apenas os zagueiros mais atrás. Fazendo uma estranha comparação, em certos momentos parece uma equipe de rugbi. Obviamente não pela violência mas sim pelo estilo de atacar, sempre avançando em velocidade e com um ou dois companheiros pouco mais recuados acompanhando ao lado para receber o passe e progredir mais um pouco para finalizar ou tocar novamente. Um ataque em linha, progredindo na vertical e tocando na horizontal, mas sempre na direção do gol. Passes e dribles curtos, paciência, belas enfiadas de bola, velocidade, inteligência, visão de jogo... Esse é o Barcelona, não só de Messi - que fez um gol antológico -, mas também de Xavi, Iniesta e Dani Alves. A equipe de hoje sem dúvida é o maior time que vi jogar nos meus 25 anos de idade. Assim como o Brasil de 82 e a Holanda de 74, pode passar em branco na hora de conquistar o seu principal título, porém, já deixa marcada a história do futebol pela inovação, modernidade, beleza e pelo encanto que causa à todos. O mundo hoje é azul e grená. Isso é futebol, isso é Barcelona.